Friday, October 19, 2007
Monday, October 15, 2007
E o nosso sistema de saúde?
Vamos à reflexão, então. Muitos brasileiros quando resolvem imigrar pro Canadá se preocupam, depois do frio, claro, com o sistema de saúde canadense. Minha "sogra-to-be" mesmo toda vez que tem oportunidade fala para nós pensarmos nisso e, bem no início da idéia, fez questão que assistíssemos ao filme Inavasões Bárbaras. Pois bem, minha bisa tinha um plano de saúde, o que já dá um alívio enorme em saber que ela não teve que enfrentar nossos maravilhosos hospitais públicos. Só que, infelizmente, ela não tinha O melhor plano de saúde, era um comum, simples, mas que garantia o atendimento e a internação sempre que ela precisasse.
Pois bem, há pouco mais de 20 dias, minha bisa, que sempre foi muito saudável, teve um AVC. Isso acontece, né? A idade vai chegando e os problemas vão mesmo aparecendo. Um dos netos dela levou-a correndo para a clínica mais próxima que atendesse ao seu plano. Lá, ela foi atendida e ficou internada. No dia seguinte ela já estava bem melhor, mas o médico, no exame físico, percebeu o que depois descobrimos ser um tumor na sua barriga. Um tumor que ela explicou que já sentia há tempos, mas nunca pensou que fosse nada. Um tumor que nunca se manifestou. Um tumor que nós ainda nem temos o resultado da biópsia para saber se era maligno ou benigno. Agora não importa mais.
Os médicos disseram que era preciso tirar aquele tumor o quanto antes porque ele poderia se desenvolver e causar problemas. Não sei se já mencionei, mas minha bisa já tinha pra lá dos 85 anos. Eles explicaram que a cirurgia era muito complicada e arriscada, mas que não tinha outra opção, era preciso retirá-lo. Eu não sei se vocês prestaram atenção no parágrafo anterior, mas o tumor nunca tinha apresentado qualquer sintoma. E minha bisa tinha acabado de sair de um AVC!
Levou uma semana pro plano de saúde autorizar a cirurgia. Durante todo esse tempo minha bisa estava lúcida, conversando, dizendo o quanto queria ver a luz do sol porque as janelas da clínica eram escuras e ela ficava sem saber quando era dia e quando era noite. A última vez que ela conversou com meu pai ela disse que ainda não queria morrer, que ainda não estava na hora. Mas, enfim, o plano de saúde, finalmente, autorizou o procedimento e os médicos submeteram a mulher que era a minha avó duas vezes a uma cirurgia que mesmo uma pessoa com a minha idade teria um bom trabalho para se recuperar.
Só que ela era diabética e, claro, os médicos sabiam disso. Ela, aparentemente, se recuperou bem dessa primeira cirurgia e passou mais uma semana no hospital. Nesse tempo, ela começou com uma infecção e, como era de se esperar, pneumonia. Ela estava na Clínica, na UTI. E mesmo assim levaram uma semana para perceber que a cirurgia não havia cicatrizado. O médico precisou ver vestígios de fezes saindo pela cicatriz externa para tomar uma providência. Imediatamente levou ela para outra cirurgia, dessa vez, de emergência, só para ter certeza que o estrago já era enorme aquela altura.
Depois disso ela não voltou mais. Saiu de lá entubada e daí foi ladeira abaixo. O rim parou, os pulmões pioraram e o coração começou a falhar. Ontem, no horário da visita, ela faleceu. Eu, infelizmente, não pude encontrar com ela acordada ainda porque ela foi internada na mesma época que eu estava com pneumonia, então uma visita teria piorado tanto a minha, quanto a situação dela. Na sexta, eu fui lá. E vocês não têm idéia do lugar. E não era um hospital público! A UTI era uma grande sala com camas uma ao lado da outra e uns três ou quatro enfermeiros sentados no meio. Isso para atender a uns 10 ou 15 pacientes. E não tinha um médico, apenas enfermeiros para dar conta de toda aquela gente debilitada, precisando de cuidado e atenção para se recuperar.
Os visitantes tinham que lavar a mão, mas era uma torneira normal (nesses casos, é mais indicado um tipo de torneira que você não usa a mão para abrir e fechar), a saboneteira desmontava na sua mão e o sabonete, bem, nem preciso comentar. O papel para secar era aquele reciclado comum. Depois de lavar as mãos, o visitante tinha que procurar seu parente entre as camas. Nem preciso dizer como isso é desagradável, né?
O que dá vontade de espernear é que ela morreu sem ver o sol como ela queria, sem ver os tataranetos que ela sonhava. Tudo bem que ela já era idosa, mas, não, não estava na hora. E isso tudo porque resolveram fazer uma cirurgia que, pelo menos na minha ignorância, não tinha nada de urgente. Ainda que ela fosse realmente necessária, por que ela não podia voltar para casa, terminar de se recuperar do AVC e da semana hspitalizada e, então, se preparar para um procedimento desses? E fazer essa cirurgia num hospital maior, mais estruturado, com um médico que já conhecesse ela?
No final de setembro, quando Julio e eu ficamos doentes, também precisamos lidar com alguns problemas e nós temos os melhores planos de saúde. Tanto ele, quanto eu fomos diagnosticados com "virose" (que parece ser o diagnóstico padrão atualmente), apesar de já estarmos com pneumonia. No caso dele, chegaram até a tirar o Raio-X, que já tinha a imagem da pneumonia, mas ainda assim não diagnosticaram. No meu caso, apesar dos meus relatos, o médico nem quis fazer o exame, disse que era virose e pronto, pra eu tomar vitamina C. Só para registrar, ele foi atendido no Hospital Samaritano (com fama de ser o melhor do Rio) e eu fui ao Quinta D'or.
Não sei se fazem isso por incompetência, negligência ou simplesmente isso é consequência das condições de trabalho a que são submetidos. Seja como for, no nosso caso, isso nos custou uns dias a mais de recuperação. Mas no caso da minha bisa, isso custou a vida dela e o sofrimento de uma família inteira! Me perguntou se no tão mal falado (por alguns) sistema de saúde canadense essas situações teriam acontecido. E pensar que ainda pagamos - muito caro - para receber esse tipo de atendimento aqui!
Friday, October 12, 2007
Ai, meu Deus!!!
Está esta noiva aqui enrolada com os afazeres matrimoniais, sem saber de nada do que está se passando no Canadá. Daí, eis que recebo na minha caixa postal o aviso do comentário da Raquel perguntando se eu já estava sabendo que os pedidos de exame médico do processo simplificado estavam começando a chegar. Não, eu não sbaia!!!!
Putz!!! Eu estava aqui já toda emocionada porque, finalmente, resolvi arriscar e comprar meu vestido pela internet (é, eu sou maluca, mas se o noivo veio pela internet, nada mais razoável do que o vestido vir também, né?) e fui olhar no e-mail para ver se a confirmação da compra tinha chegado. A confirmação não tinha chegado, mas estava lá o comentário da Raquel dando a feliz notícia da carta tão esperada.
Nem acredito!!! Parece até que o meu próprio já chegou, de tão grande que é o sorriso :D
Raquel, muito obrigada pelo aviso!
Gean e Cecilia, obrigada por lembrarem da validade do passaporte... nem pensei nisso porque meu passaporte é novo, então a validade está longe.
Flávia, muito bom te ver por aqui!
Beijo em todos da noiva blogueira feliz, duplamente aliviada (por ter resolvido o vestido e, principalmente, por saber que em poucos dias devo receber minha cartinha também).
Wednesday, October 10, 2007
AAHHHHHHH!!!!!
Enfim, hoje o Wagner deixou um comentário no post anterior perguntando quanto tempo temos, depois do visto, para ir pro Canadá.
Wagner, e todos os que têm a mesma dúvida, até onde sei, a partir da data do exame médico (que não é a mesma data do visto), você tem um ano para pisar pela primeira vez em terras canadenses como imigrante. Isso porque seus exames têm um ano de validade. Você até pode entrar como imigrante e voltar, mas isso deve ser feito nesse período de um ano depois dos exames. Depois da primeira entrada, e para não perder a condição de residente permanente, você deve passar, pelo menos, três anos em terras canadenses nos cinco anos seguintes à sua entrada.
Se eu estiver errada, por favor, me corrijam. E perdoem essa pobre noiva blogueira... está difícil pensar numa imigração tão distante, principalmente com esse silêncio lá do Consulado, com os preparativos do casamento a pleno vapor. Ainda não desisti de atualizar e sempre que aparecerem dúvidas vou tentar responder por aqui.
Saudações a todos!
Wednesday, September 19, 2007
Blog: prós e contras.
Desde que decidimos sobre o Canadá, eu quis começar o blog, mas não podia tornar tão pública nossas decisões naquele momento. Assim que pude, comecei a escrever. E não podia imaginar que seria tão produtivo.
Ter um blog é bom porque...
... ajuda a organizar as suas idéias. Com tanta coisa pra pesquisar e aprender, é muito bom reunir os links todos, fazer um resumo de tudo, enfim... dizem que a melhor forma de aprender é ensinando, né?
... meio que te força a pesquisar mais e ler mais sobre o Canadá para ter o que escrever e compartilhar com os leitores.
... você passa a se relacionar com pessoas diferentes, de todos os cantos do país e até de outros lugares pelo mundo. Se esses relacionamentos algum dia deixarão de ser "virtuais" para virarem uma amizade no mundo real só o tempo dirá. Mas para uma pessoa como eu (Não sei se vocês sabem, mas meu grupo de amigos teve origem na internet, há mais de 10 anos atrás. Desde então não nos separamos e frequentamos as casas uns dos outros... Depois eu falo sobre a minha teoria que amizades que começam no mundo virtual são mais verdadeiras.), o fato de permanecerem no mundo virtual não diminui em nada o valor que dou a essas relações.
... os comentários deixados não só valorizam o que você escreveu como enriquecem a sua pesquisa. As pessoas deixam as experiências delas ou mesmo as pesquisas e não só você, mas todos os seus leitores, se beneficiam com isso, pois têm acesso a outras questões e opiniões. Nunca pensei que eu fosse aprender tanto com os comentários. É melhor do que fazer uma pergunta na lista do Yahoo! Os comentários são uma delícia!
... você nunca fica sem nada pra fazer. Tem sempre um layout novo pra testar quando tem tempo, links para organizar e incluir, posts para escrever, comentários para responder e deixar nos outros blogs. Enfim, é um mundo novo que se abre para você.
Ter um blog é ruim porque...
... haja responsabilidade escrever sobre um assunto tão importante e para tanta gente! Por mais que uma coisa tenha funcionado de um jeito pra você, não significa que será assim para outros.
... para manter seu grupo de leitores você tem que escrever com frequência e muitas vezes isso não é possível. Como o período que estou passando agora... minha cabeça está toda voltada para o casamento, já tem tempo que nem leio nada sobre o Canadá, a não ser os blogs que acompanho.
... muita gente vem te fazer perguntas. E o problema não é esse. O problema é que muitas dessas pessoas perguntam coisas que estão escritas no blog, que já foram respondidas. Ou seja, eles sequer deram um tempinho deles para ler o que você escreveu. E outra coisa que me incomoda muito é a sensação de ser uma prestadora de serviços. Alguns escrevem com uma impessoalidade ímpar, tipo "Camila, como faço isso? Fulano de tal. PS: Tenho pressa". Eu tenho tentado responder a todos, mas alguns eu faço por puro senso de obrigação e sem vontade nenhuma.
PS: Se você é um deles, tente ser um pouco mais gentil na hora de enviar e-mails e muitas vezes a resposta já está no blog, é só dar uma lidinha.
Tudo isso para dizer que a lista de prós ganha, de longe, da de contras e que adoro o blog, adoro ver que várias pessoas passam por aqui com freqüência e comentam. Obrigada!!!
Sunday, September 16, 2007
News!

Dada a notícia, eu sei que muita gente não vem aqui procurando notícias da minha vida, mas do meu processo de imigração e tudo o que eu sei (e aprendo) sobre ele. Que seja, mas a intenção deste blog não é ser um serviço de informação sobre imigração, mas um meio de me relacionar com as pessoas e isso inclui falar da minha vida, também.
A sorte é que muitas vezes eles andam juntos. Por exemplo, com o casamento, fiquei em dúvida se devo ou não acrescentar o último sobrenome dele ao meu nome. Eu nunca pensei muito seriamente nisso, mas vendo como as coisas funcionam no Canadá, que todo mundo é tratado pelo sobrenome e onde existe uma expectativa de que casais tenham o mesmo sobrenome, nem pensei muito, resolvi fazer a mudança. E, daí, vem outra dúvida. Como fazer essa mudança no meio do processo de imigração?
Mandei um e-mail para a Maria João e a resposta dela foi que eu devo fazer a alteração e comunicá-los antes que o visto saia, pois, uma vez emitido, ele não poderá ser re-emitido. Eu não entendi bem o que acontece caso a mudança venha depois do pedido dos passaportes, mas prefiro não arriscar. Então, a ordem é essa. Casar no civil, informar ao consulado e tirar novo passaporte . Quando o esperado pedido chegar, o passaporte já estará com o nome de casada. Ah, sim, todos os outros visto que você tenha devem ser providenciados novamente. O que significa uma certa dor de cabeça, mas vale, né?
Com isso, o casamento deve sair logo, já que nossos 16 meses acabam em janeiro... Ai, ai... (E o pedido de exames médicos ainda não chegou!)
Wednesday, September 12, 2007
Agora vai?
Hoje as coisas aqui no trabalho foram péssimas e agitadas... Daí, arranjei um tempinho para escrever um post. Escrevi e... perdi tudo! "Isso nunca me aconteceu antes", não aqui no São Google. Pois eis que perdi todo o post. Daí, escrevi um outro dizendo que tinha perdido tudo e que teria que escrever depois. Perdi de novo. As coisas aqui enrolaram mais e não deu pra tentar mais uma vez. Vamos ver se agora vai...
Quanto tempo, né?!
Nossa viagem foi ótima! Buenos Aires nós já conhecíamos, mas fizemos coisas diferentes, como ir a um show de tango mais tradicional (com direito a dança com os dançarinos!) e conhecer a região de Palermo, que é bem interessante. O destaque para essa parte da viagem foi mesmo o zoológico de Lujan, uma cidade a uns 60, 70 km de Buenos Aires. Lá, fizemos carinho em leões, tigres, capivaras, veados, bodes, cabras, pegamos filhotes de puma no colo, brincamos com um filhote de leão, fizemos amizade com macacos e ainda demos um voltinha num elefante e num dromedário. Para quem gosta dos bichos, como nós, o passeio mais que vale a viagem até lá, apesar de a primeira impressão do zoológico não ser boa (nesse caso, não é a que fica!). E nem venham perguntar se não tivemos medo, pois depois de ver gente entrando e saindo das jaulas e observar o funcionário lá dentro na maior tranquilidade, a única coisa que passa na nossa cabeça é "que pena que o leão estava dormindo"!
Já Bariloche, hummm... muito legal. A cidade, em si, não tem nada demais, mas vale pelas suas chocolaterias (tomamos MUITO chocolate quente: com pimenta, com temperos, com doce de leite, com mel, com menta, com framboesa,...). Pegamos a terceira e última nevasca da temporada, o que significa que passamos dois dias com neve. A temperatura mínima que pegamos foi 5 abaixo de zero. E, pra dizer a verdade, usando a roupa adequada, você pode rolar (literalmente) na neve que não sentirá frio.
Foi um ótimo estágio para nossa futura vida nas terras geladas. O problema era o ritual cada vez que íamos sair. Primeiro, uma meia-calça grossa, depois uma calça jeans confortável e, por cima, uma calça impermeável, para a neve. Na parte de cima, uma blusa de manga comprida de meia fina ou própria para usar por baixo da roupa, uma blusinha normal, um casaco de cashmere e, pra arrematar, um casaco imperméavel, também próprio para a neve. Depois, é fácil. Quer dizer, basta colocar uma meia e uma bota imperméavel com sola anti-derrapante (que dá aquela ajuda na hora de caminhar no gelo), depois colocar as luvas, mas escolha as impermeáveis se for pra neve, termina prendendo o cabelo (pra não ficar fugindo e molhando) e colocando o gorro tipo ninja (porque a pessoa que vos escreve morre de frio no nariz e fica com o maxilar "congelado" se não se cuidar), que será devidamente coberto com o gorro impermeável do super casaco. Feito isso, é só colocar outro casaquinho de cashmere na mochila (nunca se sabe quando o frio ficará sério mesmo) e partir para o mundo branco!
Confesso que é cansativo tirar luvas, casacos e gorros cada vez que se entra num ambiente fechado e vestir tudo de novo para voltar ao mundo externo. No entanto, eu não troco aquele friozinho que dá vontade de não para de tomar chocolate quente por praia nenhuma do nordeste brasileiro. Então, acho que o Canadá é o meu lugar.
Quanto às roupas adequadas, eu não dispensaria a meia-calça e a blusa comprida do mesmo material. O casaco de cashmere, pra mim, é um achado, pois são leves, finos, mas esquentam que é uma beleza, além de serem politicamente corretos (nada de propaganda, mas os meus em comprei em promoções na amazon.com, em torno de 20 dólares americanos). O casaco impermeável por cima é essencial. Eu tive que comprar um por lá, pois não tinha nenhum decente. Comprei um próprio para neve e valeu cada centavo. Com ele, não senti frio algum. No meu caso, o gorro também é importando para manter o rosto aquecido, além das luvas. A calça impermeável depende muito da situação e a bota, bom, ela ajuda com o gelo, caso você tenha mesmo que enfrentá-lo.
Ainda em Bariloche, me diverti demais no esqui. Fiz 3 horas de aula, já que esse foi meu primeiro e único (até agora) contato com o esporte. Acho até que fui bem, já que só cai uma vez e, na verdade, me joguei para evitar um acidente, já que não conseguia parar aquelas coisas. O namorido, infelizmente, se desentendeu com as botas (estavam machucando) e acabou parando logo, mas prometeu que tentará de novo. Mais uma vez, será muito legal morar perto de estações de esqui. Fora que esse negócio deve emagrecer, né? Eu fiquei morta de cansada!
Essa semana estou tentando colocar as leituras e comentários de blogs em dia. E também quero voltar a postar com frequência, né? Só peço paciência, pois outro assunto particular (aguardem as cenas dos próximos capiítulos) tem ocupado minha cabeça esses dias, mas não o suficiente para eu esquecer do nosso encontro. Falei com algumas pessoas e tínhamos pensado em ser no primeiro final de semana de outubro, dia 06/10, que tal? Já está certo que será na Barra, para prestigiar os amigos blogueiros que se despencaram aqui pra Laranjeiras mês passado.
PS: Adoraria ter começado esse post com a notícia de que recebemos o pedido de exames médicos. Assim que cheguei, corri para a caixa dos Correios e só tinha conta pra pagar! Fazer o quê, né? A espera continua...