Wednesday, September 19, 2007

Blog: prós e contras.

Desde que decidimos sobre o Canadá, eu quis começar o blog, mas não podia tornar tão pública nossas decisões naquele momento. Assim que pude, comecei a escrever. E não podia imaginar que seria tão produtivo.

Ter um blog é bom porque...

... ajuda a organizar as suas idéias. Com tanta coisa pra pesquisar e aprender, é muito bom reunir os links todos, fazer um resumo de tudo, enfim... dizem que a melhor forma de aprender é ensinando, né?

... meio que te força a pesquisar mais e ler mais sobre o Canadá para ter o que escrever e compartilhar com os leitores.

... você passa a se relacionar com pessoas diferentes, de todos os cantos do país e até de outros lugares pelo mundo. Se esses relacionamentos algum dia deixarão de ser "virtuais" para virarem uma amizade no mundo real só o tempo dirá. Mas para uma pessoa como eu (Não sei se vocês sabem, mas meu grupo de amigos teve origem na internet, há mais de 10 anos atrás. Desde então não nos separamos e frequentamos as casas uns dos outros... Depois eu falo sobre a minha teoria que amizades que começam no mundo virtual são mais verdadeiras.), o fato de permanecerem no mundo virtual não diminui em nada o valor que dou a essas relações.

... os comentários deixados não só valorizam o que você escreveu como enriquecem a sua pesquisa. As pessoas deixam as experiências delas ou mesmo as pesquisas e não só você, mas todos os seus leitores, se beneficiam com isso, pois têm acesso a outras questões e opiniões. Nunca pensei que eu fosse aprender tanto com os comentários. É melhor do que fazer uma pergunta na lista do Yahoo! Os comentários são uma delícia!

... você nunca fica sem nada pra fazer. Tem sempre um layout novo pra testar quando tem tempo, links para organizar e incluir, posts para escrever, comentários para responder e deixar nos outros blogs. Enfim, é um mundo novo que se abre para você.

Ter um blog é ruim porque...

... haja responsabilidade escrever sobre um assunto tão importante e para tanta gente! Por mais que uma coisa tenha funcionado de um jeito pra você, não significa que será assim para outros.

... para manter seu grupo de leitores você tem que escrever com frequência e muitas vezes isso não é possível. Como o período que estou passando agora... minha cabeça está toda voltada para o casamento, já tem tempo que nem leio nada sobre o Canadá, a não ser os blogs que acompanho.

... muita gente vem te fazer perguntas. E o problema não é esse. O problema é que muitas dessas pessoas perguntam coisas que estão escritas no blog, que já foram respondidas. Ou seja, eles sequer deram um tempinho deles para ler o que você escreveu. E outra coisa que me incomoda muito é a sensação de ser uma prestadora de serviços. Alguns escrevem com uma impessoalidade ímpar, tipo "Camila, como faço isso? Fulano de tal. PS: Tenho pressa". Eu tenho tentado responder a todos, mas alguns eu faço por puro senso de obrigação e sem vontade nenhuma.
PS: Se você é um deles, tente ser um pouco mais gentil na hora de enviar e-mails e muitas vezes a resposta já está no blog, é só dar uma lidinha.

Tudo isso para dizer que a lista de prós ganha, de longe, da de contras e que adoro o blog, adoro ver que várias pessoas passam por aqui com freqüência e comentam. Obrigada!!!

Sunday, September 16, 2007

News!

E a grande novidade é... o namorido vai virar marido!!! Isso mesmo, vamos casar de papel passado, com regime de bens, testemunha e tudo! Até o nome dele eu vou colocar no meu... E, de repente, o Canadá fica em segundo plano! Muito feliz!



Dada a notícia, eu sei que muita gente não vem aqui procurando notícias da minha vida, mas do meu processo de imigração e tudo o que eu sei (e aprendo) sobre ele. Que seja, mas a intenção deste blog não é ser um serviço de informação sobre imigração, mas um meio de me relacionar com as pessoas e isso inclui falar da minha vida, também.

A sorte é que muitas vezes eles andam juntos. Por exemplo, com o casamento, fiquei em dúvida se devo ou não acrescentar o último sobrenome dele ao meu nome. Eu nunca pensei muito seriamente nisso, mas vendo como as coisas funcionam no Canadá, que todo mundo é tratado pelo sobrenome e onde existe uma expectativa de que casais tenham o mesmo sobrenome, nem pensei muito, resolvi fazer a mudança. E, daí, vem outra dúvida. Como fazer essa mudança no meio do processo de imigração?

Mandei um e-mail para a Maria João e a resposta dela foi que eu devo fazer a alteração e comunicá-los antes que o visto saia, pois, uma vez emitido, ele não poderá ser re-emitido. Eu não entendi bem o que acontece caso a mudança venha depois do pedido dos passaportes, mas prefiro não arriscar. Então, a ordem é essa. Casar no civil, informar ao consulado e tirar novo passaporte . Quando o esperado pedido chegar, o passaporte já estará com o nome de casada. Ah, sim, todos os outros visto que você tenha devem ser providenciados novamente. O que significa uma certa dor de cabeça, mas vale, né?

Com isso, o casamento deve sair logo, já que nossos 16 meses acabam em janeiro... Ai, ai... (E o pedido de exames médicos ainda não chegou!)

Wednesday, September 12, 2007

Agora vai?

Por que será que tem dias que o mundo parece conspirar contra nós e nosso único amigo é o Murphy?

Hoje as coisas aqui no trabalho foram péssimas e agitadas... Daí, arranjei um tempinho para escrever um post. Escrevi e... perdi tudo! "Isso nunca me aconteceu antes", não aqui no São Google. Pois eis que perdi todo o post. Daí, escrevi um outro dizendo que tinha perdido tudo e que teria que escrever depois. Perdi de novo. As coisas aqui enrolaram mais e não deu pra tentar mais uma vez. Vamos ver se agora vai...

Quanto tempo, né?!

Nossa viagem foi ótima! Buenos Aires nós já conhecíamos, mas fizemos coisas diferentes, como ir a um show de tango mais tradicional (com direito a dança com os dançarinos!) e conhecer a região de Palermo, que é bem interessante. O destaque para essa parte da viagem foi mesmo o zoológico de Lujan, uma cidade a uns 60, 70 km de Buenos Aires. Lá, fizemos carinho em leões, tigres, capivaras, veados, bodes, cabras, pegamos filhotes de puma no colo, brincamos com um filhote de leão, fizemos amizade com macacos e ainda demos um voltinha num elefante e num dromedário. Para quem gosta dos bichos, como nós, o passeio mais que vale a viagem até lá, apesar de a primeira impressão do zoológico não ser boa (nesse caso, não é a que fica!). E nem venham perguntar se não tivemos medo, pois depois de ver gente entrando e saindo das jaulas e observar o funcionário lá dentro na maior tranquilidade, a única coisa que passa na nossa cabeça é "que pena que o leão estava dormindo"!

Já Bariloche, hummm... muito legal. A cidade, em si, não tem nada demais, mas vale pelas suas chocolaterias (tomamos MUITO chocolate quente: com pimenta, com temperos, com doce de leite, com mel, com menta, com framboesa,...). Pegamos a terceira e última nevasca da temporada, o que significa que passamos dois dias com neve. A temperatura mínima que pegamos foi 5 abaixo de zero. E, pra dizer a verdade, usando a roupa adequada, você pode rolar (literalmente) na neve que não sentirá frio.

Foi um ótimo estágio para nossa futura vida nas terras geladas. O problema era o ritual cada vez que íamos sair. Primeiro, uma meia-calça grossa, depois uma calça jeans confortável e, por cima, uma calça impermeável, para a neve. Na parte de cima, uma blusa de manga comprida de meia fina ou própria para usar por baixo da roupa, uma blusinha normal, um casaco de cashmere e, pra arrematar, um casaco imperméavel, também próprio para a neve. Depois, é fácil. Quer dizer, basta colocar uma meia e uma bota imperméavel com sola anti-derrapante (que dá aquela ajuda na hora de caminhar no gelo), depois colocar as luvas, mas escolha as impermeáveis se for pra neve, termina prendendo o cabelo (pra não ficar fugindo e molhando) e colocando o gorro tipo ninja (porque a pessoa que vos escreve morre de frio no nariz e fica com o maxilar "congelado" se não se cuidar), que será devidamente coberto com o gorro impermeável do super casaco. Feito isso, é só colocar outro casaquinho de cashmere na mochila (nunca se sabe quando o frio ficará sério mesmo) e partir para o mundo branco!

Confesso que é cansativo tirar luvas, casacos e gorros cada vez que se entra num ambiente fechado e vestir tudo de novo para voltar ao mundo externo. No entanto, eu não troco aquele friozinho que dá vontade de não para de tomar chocolate quente por praia nenhuma do nordeste brasileiro. Então, acho que o Canadá é o meu lugar.

Quanto às roupas adequadas, eu não dispensaria a meia-calça e a blusa comprida do mesmo material. O casaco de cashmere, pra mim, é um achado, pois são leves, finos, mas esquentam que é uma beleza, além de serem politicamente corretos (nada de propaganda, mas os meus em comprei em promoções na amazon.com, em torno de 20 dólares americanos). O casaco impermeável por cima é essencial. Eu tive que comprar um por lá, pois não tinha nenhum decente. Comprei um próprio para neve e valeu cada centavo. Com ele, não senti frio algum. No meu caso, o gorro também é importando para manter o rosto aquecido, além das luvas. A calça impermeável depende muito da situação e a bota, bom, ela ajuda com o gelo, caso você tenha mesmo que enfrentá-lo.

Ainda em Bariloche, me diverti demais no esqui. Fiz 3 horas de aula, já que esse foi meu primeiro e único (até agora) contato com o esporte. Acho até que fui bem, já que só cai uma vez e, na verdade, me joguei para evitar um acidente, já que não conseguia parar aquelas coisas. O namorido, infelizmente, se desentendeu com as botas (estavam machucando) e acabou parando logo, mas prometeu que tentará de novo. Mais uma vez, será muito legal morar perto de estações de esqui. Fora que esse negócio deve emagrecer, né? Eu fiquei morta de cansada!

Essa semana estou tentando colocar as leituras e comentários de blogs em dia. E também quero voltar a postar com frequência, né? Só peço paciência, pois outro assunto particular (aguardem as cenas dos próximos capiítulos) tem ocupado minha cabeça esses dias, mas não o suficiente para eu esquecer do nosso encontro. Falei com algumas pessoas e tínhamos pensado em ser no primeiro final de semana de outubro, dia 06/10, que tal? Já está certo que será na Barra, para prestigiar os amigos blogueiros que se despencaram aqui pra Laranjeiras mês passado.

PS: Adoraria ter começado esse post com a notícia de que recebemos o pedido de exames médicos. Assim que cheguei, corri para a caixa dos Correios e só tinha conta pra pagar! Fazer o quê, né? A espera continua...

Tuesday, September 11, 2007

Saturday, September 1, 2007

OFF Topic por uma semana

Uma das coisas que decidimos nessa fase de preparação para a imigração é conhecer os lugares aqui por perto antes de ir, pois ficará muito mais difícil depois. Assim como deixamos os pontos na América do Norte e Europa para conhecer depois, por ser mais rápido e mais barato.

Então, hoje, daqui a pouco, estamos partindo para passar uma semana em Buenos Aires e Bariloche. Dificilmente postarei alguma coisa, mas, se postar, será sobre esses lugares.

Se não escrever antes, boa semana e bom feriado para todos!

PS: Rezem pra que a gente volte inteiro do nosso primeiro contato com esquis...

Thursday, August 30, 2007

Histórico de Crédito

Se alguém ainda se lembra de quando abriu a primeira conta corrente no Brasil sabe que sem histórico de crédito, poucas transações financeiras podem ser realizadas. Você não tem direito a cheque, o banco se recusa a te dar cartão de crédito, seu limite de cheque especial, quando existe, é ridículo, você paga todas as tarifas possíveis no maior valor existente, etc. Até que, de um dia pro outro, passados uns 6 meses ou 1 ano, dependendo da política do banco, você passa a receber cartão, seu limite aumenta, eles fazem de tudo para você pegar um talão de cheques. Pelo menos foi assim comigo e olha que abri uma conta salário no Banerj como servidora pública!

Não é diferente no Canadá. Mas enquanto eu tinha outras possibilidades por aqui (usar cheques de papai, cartão de crédito depentende, etc.), por lá só teremos dinheiro no banco e um cartão de débito em mãos. Financiamento... hummm... não sei, não. Já li por aí que até para assinar serviços como comprar um celular, por exemplo, é preciso deixar um cheque caução com a empresa até que passe o tempo de "quarentena". Passado esse período, você deve voltar em todas essas empresas para resgatar seu saudoso chequinho.

Não há dúvida que isso só dificulta a vida já tão conturbada de um imigrante recém-chegado. Para tentar contornar essa situação, existem algumas opções. A primeira, já bastante comentada no grupo do Yahoo, é o cartão de crédito Amex. Parece que, tendo um cartão ainda em terras brasileiras, o seu histórico de crédito será transferido para o Canadá. Daí, seu cartão Amex canadense será expedido como se você já fosse cliente há mais tempo.

Eu bem que tentei fazer o meu. Aliás, pensei que não fosse ter problemas, já que, além de já ter bastante crédito no Itaú, onde tenho conta, tenho dois cartões de créditos do Unibanco, já com um bom histórico. Além disso, quando você entra na página do Amex parece que é tudo muito simples. Não se engane, não é. Você precisa passar alguns documentos por fax para eles. Até aí, tudo bem. Eis que um mês depois de enviar a documentação, nada de o cartão chegar pelos Correios. Resolvo entrar em contato e sou informada que minha solicitação não foi aprovada. Por quê? Porque eles pediram informações minhas ao Itaú, mas meu banco, respeitando, claro, meu sigilo bancário, recusou-se a fornecê-las. A atendente me explicou que eu deveria entrar em contato com o Itaú e autorizar que as informações solicitadas pela Amex fossem fornecidas. Tá, tudo bem, mas quais informações vocês querem? Resposta: "Nós não podemos informar isso, senhora". Como assim eu não posso saber o que eles querem saber sobre mim?! Tô fora!

A outra opção é através do HSBC, que é um banco internacional. Frustrada a primeira tentativa, resolvi recorrer a essa segunda e preenchi um formulário solicitando mais informações sobre abertura de conta em outro país e transferência de histórico de crédito. No dia seguinte pela manhã, um funcionário me ligou e explicou que basta abrir uma conta HSBC aqui que, quando abrirmos uma conta no Canadá, eles enviarão uma carta de recomendação para que nosso histórico de crédito aqui seja considerado lá.

Perguntei se eu poderia abrir já uma conta no Canadá e ele explicou que é possível, mas que contas sem movimentação lá nas terras geladas são encerradas por determinação legal e que não haveria necessidade de manter as duas antes de chegar lá, já que o crédito seria realmente transferido.

Ele sugere que se abra uma conta HSBC Premier (basta ter renda acima de R$ 8.000,00, sendo que pode juntar as rendas para abrir conta connjunta). A tarifa mensal dessa conta é R$ 39,00. Bem salgada, mas é a garantia de que você terá uma conta HSBC Premier no Canadá, pois cliente Premier é Premier em qualquer lugar do mundo. Daí, essa nova conta no Canadá não teria tarifa caso a conta brasileira seja mantida. Segundo ele, a conta Premier no Canadá tem uma tarifa que, convertida, daria mais do que os R$ 39,00 e que, então, vale a pena ter a conta aqui. Se você mantiver mais de R$ 50.000,00 investido, terá 50% de desconto nesse tarifa. E terá isenção total caso mantenha mais de R$ 100.000,00 em conta. Outra vantagem é que cliente Premier tem limite de saque internacional mais alto (500 dólares para sacar em qualquer ATM, mundo afora), além de não pagar pela operação (normalmente, a taxa é de R$ 8,00).

Mas não vá com muita sede ao pote porque nem tudo são flores, ainda mais quando envolve banco e dinheiro. A Mariana já comentou no blog da Andréa e do Eduardo que está muito insatisfeita com o HSBC, tanto que até pensam em encerrar a conta. Então, muito cuidado se você for abrir a sua e não esqueça de ler todas as letrinhas miúdas.

Abaixo, segue a íntegra do e-mail que recebi do HSBC com informações sobre as contas:

"O HSBC está presente no Canadá com as seguintes agências listadas no link
abaixo:

http://www2.hsbc.ca/HICServlet?cmd_GetCAMap=&accept-language=en-ca

Se você vai morar no exterior, existem duas maneiras para obter acesso a
seus recursos durante sua estadia fora do Brasil:

Ter uma conta no HSBC no Brasil e utilizar o cartão de débito para
sacar, conforme instruções abaixo:

A conta do HSBC no Brasil fornece o cartão de débito conveniado à rede
Cirrus ou à rede VisaPlus, que permite que você saque recursos de qualquer
ATM (mesmo que não seja do HSBC), na moeda local do país onde você estiver.
O recurso é debitado diretamente da sua conta corrente do Brasil. Basta que
a ATM tenha o simbolo da rede demonstrando o seu convênio.

Para contas Premier: Tarifa isenta e limite de $500,00 dólares por dia
correspondentes à moeda local do país
Para contas Gold: Tarifa de 8 reais por saque e limite de $300,00 dólares
por dia correspondentes à moeda local do país
SuperClass ou conta Universitária: Tarifa de 8 reais por saque e limite de
$250,00 dólares por dia correspondentes à moeda local do país

Portanto, caso você precise de recursos, basta que alguém no Brasil faça um
depósito na sua conta.

Ter uma conta no HSBC do país onde você está se mudando:

Esta opção permite que você tenha o seu recurso disponibilizado na moeda
local, pois você terá uma conta no próprio país. Além disso, você terá um
cartão de débito local onde não pagará tarifas para sacar nas ATMs do HSBC.

Desta forma, caso você precise de recursos, basta que alguém faça uma Ordem
de Pagamento, ou seja, uma transferência internacional para a sua conta no
exterior e 48 horas úteis após a transferência você terá o recurso
disponível para saque. A conversão dos valores de Real para a moeda
estrangeira será feita pela taxa de câmbio praticada pelo HSBC na data da
realização da operação

Para todos os segmentos: A tarifa para esta operação é de R$60,00 quando o
banco receptor é o HSBC.

Vale lembrar que não é possível que seja feito um depósito em uma agência
no Brasil para que ele seja creditado em uma conta do exterior.

Qual é a melhor opção no meu caso?

Ter somente a conta no Brasil ou ter a conta nos dois países: esta decisão
poderá se basear no tempo em que você ficará fora e com que frequência irá
utilizar o cartão de débito. Com base nas tarifas apresentadas e o tipo de
conta que possui, vale uma análise sobre o que seria mais vantajoso de
acordo com as suas necessidades. O fato de ter uma conta na moeda local lhe
dará uma melhor idéia do quanto ainda possui. Mas também é importante
considerar uma segunda opção para fazer saques, em caso de imprevistos como
perda de cartão.

Sendo assim, como abrir a conta no exterior?

Para correntistas do HSBC Bank Brasil S.A, prestamos o serviço de indicação
de abertura de contas no exterior, mediante solicitação do cliente. Com
este serviço, você pode ter a conta aberta no exterior antes mesmo de
viajar*.

O processo é simples: basta que a documentação de abertura de conta,
enviada por email, seja entregue por você na sua agência.

E com relação à conta no Brasil?

No link abaixo você encontrará informações sobre cada tipo de conta e as
tarifas. É importante ir até a agência e conversar com o gerente para saber
qual conta é a mais apropriada para você.

http://www.hsbc.com.br/para-voce/conta-corrente/index.shtml

Caso seja de sua vontade, solicitaremos a um gerente de aquisição que entre
em contato com você. Ele lhe informará o que é necessário para abertura da
conta.

Aguardamos o seu retorno!

* O tempo necessário para abertura de conta no exterior depende do tipo de
conta a ser aberta e da entrega da documentação na agência em tempo hábil"


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