Errei as contas!!!
Pensei que hoje o nosso processo completasse o prazo originalmente dado de 16 meses, mas, na verdade, hoje comemoramos 15 meses. E, sinceramente, não acredito que em um mês ele será finalizado.
Nosso processo foi oficialmente aberto no dia 31 de outubro de 2006. Nem acredito que foi no ano retrasado que isso aocnteceu!!! Estamos estacionados na mesma fase desde o envio dos documentos, há mais de 8 meses...
Estava já preparada para enviar um e-mail a Maria João perguntando sobre o andamento, já que eles dizem que não vão responder a esse tipo de e-mail antes do prazo expirar, mas parece que vou ter que esperar mais um mês. Aliás, dei uma olhada no site do governo e parece que o prazo aumentou para 18 meses, é isso mesmo?
Essa espera é torturante, ainda mais que a notícia que tenho é que o pessoal da mesma época de abertura dos outros estados já recebeu o pedido dos exames médicos. Não entendo porque essa diferença entre os estados. Alguém sabe me explicar? Essa informação é mesmo verdadeira?
Ah, sim, para quem quiser calcular quanto tempo já passou e ainda converter isso em meses, eu uso uma calculadora disponível no site do. Funciona de forma super simples e rápida!
Thursday, January 31, 2008
Tuesday, January 15, 2008
Já vai nascer...
Passei por aqui porque é impossível não notar que já faz quase 8 meses que mandamos os documentos e até agora nada do pedido dos exames médicos. O único consolo é que ninguém aqui do Rio recebeu. E o que não dá pra entender é porque o pessoal dos outros estados já recebeu a bendita cartinha há mais de um mês. Enfim... como já disse antes, não planejamos ir pro Canadá por agora, mas é angustiante essa espera. E eu que fiquei preocupada de a pneumonia aparecer na chapa quando fosse fazer o raio-x que eles pedem.
Outra notícia é que estou testando o envio de post por e-mail, já que deram algum jeito aqui no trabalho de fazer com que nosso post não saia direito, fica só o título. Isso está diretamente relacionado à minha assiduidade por aqui. Então, se vocês estão lendo esse post, eu consegui! E quando eu voltar da minha "luna de miel" vou poder postar sem problemas, de qualquer lugar, até do celular do quase-marido.
Então, povo, é isso. Nos próximos dias me tornarei uma mulher casada. See you!
Outra notícia é que estou testando o envio de post por e-mail, já que deram algum jeito aqui no trabalho de fazer com que nosso post não saia direito, fica só o título. Isso está diretamente relacionado à minha assiduidade por aqui. Então, se vocês estão lendo esse post, eu consegui! E quando eu voltar da minha "luna de miel" vou poder postar sem problemas, de qualquer lugar, até do celular do quase-marido.
Então, povo, é isso. Nos próximos dias me tornarei uma mulher casada. See you!
Friday, January 11, 2008
Abandono?
Oie!!!
Dei uma passada aqui só para dizer que os dias estão contados para o fim do abandono aqui no Folha do Canadá.
Na verdade, estive distante para vencer mais uma etapa rumo ao Canadá: casar. Sempre disse ao namorido, agora, noivo, que sem estar casada não saía do Brasil (a não ser que eu fosse sozinha e solteirona mesmo), então, o casamento é um grande passo no sentido norte, se é que vocês me entendem. E não é mole organziar uma festa dessas! Toma todo o seu tempo. Pelo menos, tomou todo o meu tempo e pensamento. Li muito pouco sobre o Canadá nesses últimos meses.
Mas o grande dia está chegando e quando a gente voltar da lua de mel, o "Canada mode" estará totalmente "on" e voltarei a atualizar com frequência. Então, não desistam, o Folha do Canadá ainda existe :)
Até daqui a uns dias!
Dei uma passada aqui só para dizer que os dias estão contados para o fim do abandono aqui no Folha do Canadá.
Na verdade, estive distante para vencer mais uma etapa rumo ao Canadá: casar. Sempre disse ao namorido, agora, noivo, que sem estar casada não saía do Brasil (a não ser que eu fosse sozinha e solteirona mesmo), então, o casamento é um grande passo no sentido norte, se é que vocês me entendem. E não é mole organziar uma festa dessas! Toma todo o seu tempo. Pelo menos, tomou todo o meu tempo e pensamento. Li muito pouco sobre o Canadá nesses últimos meses.
Mas o grande dia está chegando e quando a gente voltar da lua de mel, o "Canada mode" estará totalmente "on" e voltarei a atualizar com frequência. Então, não desistam, o Folha do Canadá ainda existe :)
Até daqui a uns dias!
Friday, October 19, 2007
Monday, October 15, 2007
E o nosso sistema de saúde?
Hoje, infelizmente, tive que me despedir para sempre da minha última bisa. Pois é, eu que cresci numa família jovem (minha avó materna já tinha sete filhos aos 25 anos) e tive a oportunidade de conviver com três das quatro bisas que temos. Biso só conheci um, confirmando que a expectativa de vida feminina ainda supera a masculina (e nós que somos o sexo frágil!). Não estou acostumada a perder pessoas próximas, parentes ou amigos. E, não, esse post não é para ficar lamentando, mas para me ajudar a entender e refletir sobre a situação desse país, em contraste com o meu futuro. Antes de tudo, deixo claro que não sou de espernear diante da morte porque entendo que ela faz parte da vida e é a nossa única certeza ao longo dela.
Vamos à reflexão, então. Muitos brasileiros quando resolvem imigrar pro Canadá se preocupam, depois do frio, claro, com o sistema de saúde canadense. Minha "sogra-to-be" mesmo toda vez que tem oportunidade fala para nós pensarmos nisso e, bem no início da idéia, fez questão que assistíssemos ao filme Inavasões Bárbaras. Pois bem, minha bisa tinha um plano de saúde, o que já dá um alívio enorme em saber que ela não teve que enfrentar nossos maravilhosos hospitais públicos. Só que, infelizmente, ela não tinha O melhor plano de saúde, era um comum, simples, mas que garantia o atendimento e a internação sempre que ela precisasse.
Pois bem, há pouco mais de 20 dias, minha bisa, que sempre foi muito saudável, teve um AVC. Isso acontece, né? A idade vai chegando e os problemas vão mesmo aparecendo. Um dos netos dela levou-a correndo para a clínica mais próxima que atendesse ao seu plano. Lá, ela foi atendida e ficou internada. No dia seguinte ela já estava bem melhor, mas o médico, no exame físico, percebeu o que depois descobrimos ser um tumor na sua barriga. Um tumor que ela explicou que já sentia há tempos, mas nunca pensou que fosse nada. Um tumor que nunca se manifestou. Um tumor que nós ainda nem temos o resultado da biópsia para saber se era maligno ou benigno. Agora não importa mais.
Os médicos disseram que era preciso tirar aquele tumor o quanto antes porque ele poderia se desenvolver e causar problemas. Não sei se já mencionei, mas minha bisa já tinha pra lá dos 85 anos. Eles explicaram que a cirurgia era muito complicada e arriscada, mas que não tinha outra opção, era preciso retirá-lo. Eu não sei se vocês prestaram atenção no parágrafo anterior, mas o tumor nunca tinha apresentado qualquer sintoma. E minha bisa tinha acabado de sair de um AVC!
Levou uma semana pro plano de saúde autorizar a cirurgia. Durante todo esse tempo minha bisa estava lúcida, conversando, dizendo o quanto queria ver a luz do sol porque as janelas da clínica eram escuras e ela ficava sem saber quando era dia e quando era noite. A última vez que ela conversou com meu pai ela disse que ainda não queria morrer, que ainda não estava na hora. Mas, enfim, o plano de saúde, finalmente, autorizou o procedimento e os médicos submeteram a mulher que era a minha avó duas vezes a uma cirurgia que mesmo uma pessoa com a minha idade teria um bom trabalho para se recuperar.
Só que ela era diabética e, claro, os médicos sabiam disso. Ela, aparentemente, se recuperou bem dessa primeira cirurgia e passou mais uma semana no hospital. Nesse tempo, ela começou com uma infecção e, como era de se esperar, pneumonia. Ela estava na Clínica, na UTI. E mesmo assim levaram uma semana para perceber que a cirurgia não havia cicatrizado. O médico precisou ver vestígios de fezes saindo pela cicatriz externa para tomar uma providência. Imediatamente levou ela para outra cirurgia, dessa vez, de emergência, só para ter certeza que o estrago já era enorme aquela altura.
Depois disso ela não voltou mais. Saiu de lá entubada e daí foi ladeira abaixo. O rim parou, os pulmões pioraram e o coração começou a falhar. Ontem, no horário da visita, ela faleceu. Eu, infelizmente, não pude encontrar com ela acordada ainda porque ela foi internada na mesma época que eu estava com pneumonia, então uma visita teria piorado tanto a minha, quanto a situação dela. Na sexta, eu fui lá. E vocês não têm idéia do lugar. E não era um hospital público! A UTI era uma grande sala com camas uma ao lado da outra e uns três ou quatro enfermeiros sentados no meio. Isso para atender a uns 10 ou 15 pacientes. E não tinha um médico, apenas enfermeiros para dar conta de toda aquela gente debilitada, precisando de cuidado e atenção para se recuperar.
Os visitantes tinham que lavar a mão, mas era uma torneira normal (nesses casos, é mais indicado um tipo de torneira que você não usa a mão para abrir e fechar), a saboneteira desmontava na sua mão e o sabonete, bem, nem preciso comentar. O papel para secar era aquele reciclado comum. Depois de lavar as mãos, o visitante tinha que procurar seu parente entre as camas. Nem preciso dizer como isso é desagradável, né?
O que dá vontade de espernear é que ela morreu sem ver o sol como ela queria, sem ver os tataranetos que ela sonhava. Tudo bem que ela já era idosa, mas, não, não estava na hora. E isso tudo porque resolveram fazer uma cirurgia que, pelo menos na minha ignorância, não tinha nada de urgente. Ainda que ela fosse realmente necessária, por que ela não podia voltar para casa, terminar de se recuperar do AVC e da semana hspitalizada e, então, se preparar para um procedimento desses? E fazer essa cirurgia num hospital maior, mais estruturado, com um médico que já conhecesse ela?
No final de setembro, quando Julio e eu ficamos doentes, também precisamos lidar com alguns problemas e nós temos os melhores planos de saúde. Tanto ele, quanto eu fomos diagnosticados com "virose" (que parece ser o diagnóstico padrão atualmente), apesar de já estarmos com pneumonia. No caso dele, chegaram até a tirar o Raio-X, que já tinha a imagem da pneumonia, mas ainda assim não diagnosticaram. No meu caso, apesar dos meus relatos, o médico nem quis fazer o exame, disse que era virose e pronto, pra eu tomar vitamina C. Só para registrar, ele foi atendido no Hospital Samaritano (com fama de ser o melhor do Rio) e eu fui ao Quinta D'or.
Não sei se fazem isso por incompetência, negligência ou simplesmente isso é consequência das condições de trabalho a que são submetidos. Seja como for, no nosso caso, isso nos custou uns dias a mais de recuperação. Mas no caso da minha bisa, isso custou a vida dela e o sofrimento de uma família inteira! Me perguntou se no tão mal falado (por alguns) sistema de saúde canadense essas situações teriam acontecido. E pensar que ainda pagamos - muito caro - para receber esse tipo de atendimento aqui!
Vamos à reflexão, então. Muitos brasileiros quando resolvem imigrar pro Canadá se preocupam, depois do frio, claro, com o sistema de saúde canadense. Minha "sogra-to-be" mesmo toda vez que tem oportunidade fala para nós pensarmos nisso e, bem no início da idéia, fez questão que assistíssemos ao filme Inavasões Bárbaras. Pois bem, minha bisa tinha um plano de saúde, o que já dá um alívio enorme em saber que ela não teve que enfrentar nossos maravilhosos hospitais públicos. Só que, infelizmente, ela não tinha O melhor plano de saúde, era um comum, simples, mas que garantia o atendimento e a internação sempre que ela precisasse.
Pois bem, há pouco mais de 20 dias, minha bisa, que sempre foi muito saudável, teve um AVC. Isso acontece, né? A idade vai chegando e os problemas vão mesmo aparecendo. Um dos netos dela levou-a correndo para a clínica mais próxima que atendesse ao seu plano. Lá, ela foi atendida e ficou internada. No dia seguinte ela já estava bem melhor, mas o médico, no exame físico, percebeu o que depois descobrimos ser um tumor na sua barriga. Um tumor que ela explicou que já sentia há tempos, mas nunca pensou que fosse nada. Um tumor que nunca se manifestou. Um tumor que nós ainda nem temos o resultado da biópsia para saber se era maligno ou benigno. Agora não importa mais.
Os médicos disseram que era preciso tirar aquele tumor o quanto antes porque ele poderia se desenvolver e causar problemas. Não sei se já mencionei, mas minha bisa já tinha pra lá dos 85 anos. Eles explicaram que a cirurgia era muito complicada e arriscada, mas que não tinha outra opção, era preciso retirá-lo. Eu não sei se vocês prestaram atenção no parágrafo anterior, mas o tumor nunca tinha apresentado qualquer sintoma. E minha bisa tinha acabado de sair de um AVC!
Levou uma semana pro plano de saúde autorizar a cirurgia. Durante todo esse tempo minha bisa estava lúcida, conversando, dizendo o quanto queria ver a luz do sol porque as janelas da clínica eram escuras e ela ficava sem saber quando era dia e quando era noite. A última vez que ela conversou com meu pai ela disse que ainda não queria morrer, que ainda não estava na hora. Mas, enfim, o plano de saúde, finalmente, autorizou o procedimento e os médicos submeteram a mulher que era a minha avó duas vezes a uma cirurgia que mesmo uma pessoa com a minha idade teria um bom trabalho para se recuperar.
Só que ela era diabética e, claro, os médicos sabiam disso. Ela, aparentemente, se recuperou bem dessa primeira cirurgia e passou mais uma semana no hospital. Nesse tempo, ela começou com uma infecção e, como era de se esperar, pneumonia. Ela estava na Clínica, na UTI. E mesmo assim levaram uma semana para perceber que a cirurgia não havia cicatrizado. O médico precisou ver vestígios de fezes saindo pela cicatriz externa para tomar uma providência. Imediatamente levou ela para outra cirurgia, dessa vez, de emergência, só para ter certeza que o estrago já era enorme aquela altura.
Depois disso ela não voltou mais. Saiu de lá entubada e daí foi ladeira abaixo. O rim parou, os pulmões pioraram e o coração começou a falhar. Ontem, no horário da visita, ela faleceu. Eu, infelizmente, não pude encontrar com ela acordada ainda porque ela foi internada na mesma época que eu estava com pneumonia, então uma visita teria piorado tanto a minha, quanto a situação dela. Na sexta, eu fui lá. E vocês não têm idéia do lugar. E não era um hospital público! A UTI era uma grande sala com camas uma ao lado da outra e uns três ou quatro enfermeiros sentados no meio. Isso para atender a uns 10 ou 15 pacientes. E não tinha um médico, apenas enfermeiros para dar conta de toda aquela gente debilitada, precisando de cuidado e atenção para se recuperar.
Os visitantes tinham que lavar a mão, mas era uma torneira normal (nesses casos, é mais indicado um tipo de torneira que você não usa a mão para abrir e fechar), a saboneteira desmontava na sua mão e o sabonete, bem, nem preciso comentar. O papel para secar era aquele reciclado comum. Depois de lavar as mãos, o visitante tinha que procurar seu parente entre as camas. Nem preciso dizer como isso é desagradável, né?
O que dá vontade de espernear é que ela morreu sem ver o sol como ela queria, sem ver os tataranetos que ela sonhava. Tudo bem que ela já era idosa, mas, não, não estava na hora. E isso tudo porque resolveram fazer uma cirurgia que, pelo menos na minha ignorância, não tinha nada de urgente. Ainda que ela fosse realmente necessária, por que ela não podia voltar para casa, terminar de se recuperar do AVC e da semana hspitalizada e, então, se preparar para um procedimento desses? E fazer essa cirurgia num hospital maior, mais estruturado, com um médico que já conhecesse ela?
No final de setembro, quando Julio e eu ficamos doentes, também precisamos lidar com alguns problemas e nós temos os melhores planos de saúde. Tanto ele, quanto eu fomos diagnosticados com "virose" (que parece ser o diagnóstico padrão atualmente), apesar de já estarmos com pneumonia. No caso dele, chegaram até a tirar o Raio-X, que já tinha a imagem da pneumonia, mas ainda assim não diagnosticaram. No meu caso, apesar dos meus relatos, o médico nem quis fazer o exame, disse que era virose e pronto, pra eu tomar vitamina C. Só para registrar, ele foi atendido no Hospital Samaritano (com fama de ser o melhor do Rio) e eu fui ao Quinta D'or.
Não sei se fazem isso por incompetência, negligência ou simplesmente isso é consequência das condições de trabalho a que são submetidos. Seja como for, no nosso caso, isso nos custou uns dias a mais de recuperação. Mas no caso da minha bisa, isso custou a vida dela e o sofrimento de uma família inteira! Me perguntou se no tão mal falado (por alguns) sistema de saúde canadense essas situações teriam acontecido. E pensar que ainda pagamos - muito caro - para receber esse tipo de atendimento aqui!
Friday, October 12, 2007
Ai, meu Deus!!!
Eu não tô dizendo que ter um blog é tudo de bom???
Está esta noiva aqui enrolada com os afazeres matrimoniais, sem saber de nada do que está se passando no Canadá. Daí, eis que recebo na minha caixa postal o aviso do comentário da Raquel perguntando se eu já estava sabendo que os pedidos de exame médico do processo simplificado estavam começando a chegar. Não, eu não sbaia!!!!
Putz!!! Eu estava aqui já toda emocionada porque, finalmente, resolvi arriscar e comprar meu vestido pela internet (é, eu sou maluca, mas se o noivo veio pela internet, nada mais razoável do que o vestido vir também, né?) e fui olhar no e-mail para ver se a confirmação da compra tinha chegado. A confirmação não tinha chegado, mas estava lá o comentário da Raquel dando a feliz notícia da carta tão esperada.
Nem acredito!!! Parece até que o meu próprio já chegou, de tão grande que é o sorriso :D
Raquel, muito obrigada pelo aviso!
Gean e Cecilia, obrigada por lembrarem da validade do passaporte... nem pensei nisso porque meu passaporte é novo, então a validade está longe.
Flávia, muito bom te ver por aqui!
Beijo em todos da noiva blogueira feliz, duplamente aliviada (por ter resolvido o vestido e, principalmente, por saber que em poucos dias devo receber minha cartinha também).
Está esta noiva aqui enrolada com os afazeres matrimoniais, sem saber de nada do que está se passando no Canadá. Daí, eis que recebo na minha caixa postal o aviso do comentário da Raquel perguntando se eu já estava sabendo que os pedidos de exame médico do processo simplificado estavam começando a chegar. Não, eu não sbaia!!!!
Putz!!! Eu estava aqui já toda emocionada porque, finalmente, resolvi arriscar e comprar meu vestido pela internet (é, eu sou maluca, mas se o noivo veio pela internet, nada mais razoável do que o vestido vir também, né?) e fui olhar no e-mail para ver se a confirmação da compra tinha chegado. A confirmação não tinha chegado, mas estava lá o comentário da Raquel dando a feliz notícia da carta tão esperada.
Nem acredito!!! Parece até que o meu próprio já chegou, de tão grande que é o sorriso :D
Raquel, muito obrigada pelo aviso!
Gean e Cecilia, obrigada por lembrarem da validade do passaporte... nem pensei nisso porque meu passaporte é novo, então a validade está longe.
Flávia, muito bom te ver por aqui!
Beijo em todos da noiva blogueira feliz, duplamente aliviada (por ter resolvido o vestido e, principalmente, por saber que em poucos dias devo receber minha cartinha também).
Wednesday, October 10, 2007
AAHHHHHHH!!!!!
Eu não consigo mais pensar em Canadá. Só penso em casamento, vestido, lua de mel e uma infinidade de coisas. Quando penso em Canadá, é para perguntar onde está o pedido de exames médicos. ONDE ESTÁ O PEDIDO DE EXAMES MÉDICOS??? Eu achava que ele já devia ter chegado faz tempo. Pelo menos dá um certo alívio pensar que ninguém do processo simplificado recebeu o bendito, então o negócio não é pessoal.
Enfim, hoje o Wagner deixou um comentário no post anterior perguntando quanto tempo temos, depois do visto, para ir pro Canadá.
Wagner, e todos os que têm a mesma dúvida, até onde sei, a partir da data do exame médico (que não é a mesma data do visto), você tem um ano para pisar pela primeira vez em terras canadenses como imigrante. Isso porque seus exames têm um ano de validade. Você até pode entrar como imigrante e voltar, mas isso deve ser feito nesse período de um ano depois dos exames. Depois da primeira entrada, e para não perder a condição de residente permanente, você deve passar, pelo menos, três anos em terras canadenses nos cinco anos seguintes à sua entrada.
Se eu estiver errada, por favor, me corrijam. E perdoem essa pobre noiva blogueira... está difícil pensar numa imigração tão distante, principalmente com esse silêncio lá do Consulado, com os preparativos do casamento a pleno vapor. Ainda não desisti de atualizar e sempre que aparecerem dúvidas vou tentar responder por aqui.
Saudações a todos!
Enfim, hoje o Wagner deixou um comentário no post anterior perguntando quanto tempo temos, depois do visto, para ir pro Canadá.
Wagner, e todos os que têm a mesma dúvida, até onde sei, a partir da data do exame médico (que não é a mesma data do visto), você tem um ano para pisar pela primeira vez em terras canadenses como imigrante. Isso porque seus exames têm um ano de validade. Você até pode entrar como imigrante e voltar, mas isso deve ser feito nesse período de um ano depois dos exames. Depois da primeira entrada, e para não perder a condição de residente permanente, você deve passar, pelo menos, três anos em terras canadenses nos cinco anos seguintes à sua entrada.
Se eu estiver errada, por favor, me corrijam. E perdoem essa pobre noiva blogueira... está difícil pensar numa imigração tão distante, principalmente com esse silêncio lá do Consulado, com os preparativos do casamento a pleno vapor. Ainda não desisti de atualizar e sempre que aparecerem dúvidas vou tentar responder por aqui.
Saudações a todos!
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